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Maradona e a Argentina

Toda regra tem exceção. O difícil é quando se é a exceção. Todo Brasileiro menos um torce contra a seleção Argentina. O drama é que o menos um sou eu. Só peço ao leitor que antes de atirar a pedra leia até o fim.
Eu tenho um sobrinho argentino fanático pelo Boca Junior. Nós nos encontramos [...]

Toda regra tem exceção. O difícil é quando se é a exceção. Todo Brasileiro menos um torce contra a seleção Argentina. O drama é que o menos um sou eu. Só peço ao leitor que antes de atirar a pedra leia até o fim.
Eu tenho um sobrinho argentino fanático pelo Boca Junior. Nós nos encontramos pouco, mas nos gostamos muito e por isso fizemos um pacto. Ele torceria pelo Inter sempre, menos contra o Boca, e eu seria Boca, menos, é claro, contra o Inter. Depois acertamos o mesmo entre as seleções. Foi difícil, sabia que me custaria muito, mas fiz pela nossa amizade, torci minha alma para torcer por eles.

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19/09/09 |
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Um time muito doido ou doping ao avesso

Sobre um campeonato de futebol no hospital psiquiátrico

Eu uso óculos. Não tenho graves deficiências, a dificuldade vem da combinação de 2,5 graus de miopia com 1,5 de astigmatismo.

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12/07/09 |
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Kutasi

Quem teve um tio meio biruta sabe seu valor. Quem não tem, nem faz idéia do que já perdeu. A minha sogra teve um de dar inveja. Chamava-se Henry Kupferstein e nasceu com o século em Budapest. Boníssima pessoa, mas, ou por isso mesmo, boêmio, gazeteiro, vivia de encrenca em encrenca, branqueando os cabelos de [...]

Quem teve um tio meio biruta sabe seu valor. Quem não tem, nem faz idéia do que já perdeu. A minha sogra teve um de dar inveja. Chamava-se Henry Kupferstein e nasceu com o século em Budapest. Boníssima pessoa, mas, ou por isso mesmo, boêmio, gazeteiro, vivia de encrenca em encrenca, branqueando os cabelos de seu pai. Entre seus inúmeros vícios havia um que era secreto. Para não desgostar ainda mais seus amados pais arranjou um apelido: Kutasi.

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12/07/09 |
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O Caso do Professor

Nós psicanalistas somos de poucas palavras sobre nossos pacientes. A discrição sobre as vidas envolvidas pede isso. Porém a morte dos protagonistas envolvidos permite que eu possa contar uma experiência clínica ímpar. Um dos mais enigmáticos casos com que me deparei, que até hoje me faz pensar, e sigo sem respostas satisfatórias.

Nós psicanalistas somos de poucas palavras sobre nossos pacientes. A discrição sobre as vidas envolvidas pede isso. Porém a morte dos protagonistas envolvidos permite que eu possa contar uma experiência clínica ímpar. Um dos mais enigmáticos casos com que me deparei, que até hoje me faz pensar, e sigo sem respostas satisfatórias.

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19/06/09 |
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