As bandeiras que nos restam ou Até a pé nos iremos pela glória do desporto regional
Sobre os impasses da identidade gaúcha refletidos no futebol
Os gaúchos andam ultimamente muito ouriçados pelo futebol. Creio que mais do que de costume. Não é à toa, recentemente a dupla gre-nal têm produzido feitos realmente significativos, responderia prontamente qualquer um. O Internacional saiu do seu marasmo e abocanhou três títulos internacionais. O Grêmio, depois de naufragar na segunda divisão, ressurge das cinzas e é grande candidato à Libertadores com um time “peleador”, exatamente como nosso povo acha que deve ser.
O Orgulho gaúcho
Reflexão sobre a auto imagem do gaúcho
Um conhecido meu ficou muito rico comprando argentinos pelo que eles valem e revendendo pelo o que eles acham que valem. Se você riu dessa história é porque não sabe que ele está pensando em diversificar e fazer o mesmo negociando gaúchos. E pior, ele acha que vai ganhar mais dinheiro ainda.
Tinha que ser o Mário!
Prefácio para um livro do Santiago
O Santiago todos conhecem. Aprendemos a identificar seu traço e seus personagens que nos aproximam do gaúcho que um dia fomos, nem que seja nos pagos da imaginação. Nesse livro, o seu lado de folclorista é que se agranda. Disfarçado de bom humor, o autor faz um apanhado sério, quase um dicionário de empulhas, essas perguntas e respostas chistosas de conteúdo quase sempre sexual.
O lacaniano de Passo Fundo
Entrevista com o Lacaniano de Passo Fundo, eminente psicanalista gaudério
O psicanalista Mário Corso entrevista, para o Cultura, Taurino Netto, conhecido como o lacaniano de Passo Fundo, patrão e fundador do Centro de Tradições Psicanalíticas Gaúchas – Proseando nos pelego
Mário Corso: O Sr foi analisado pelo Analista de Bagé, como discípulo dele, considera que a teoria do joelhaço segue válida?
O sonho Piratini e a identidade gaúcha
Hipóteses sobre a problemática da identidade gaúcha versus a brasileira
Existe uma fantasia que embriaga muitos de nós: o Rio Grande do Sul seria uma pátria dentro de outra pátria. A experiência farroupilha teria deixado resíduos de uma nação que, se não a fizemos de fato, ainda viveria nos pagos da nossa imaginação. Como nunca foi construída, sendo só um sonho, podemos projetar na República Piratini todo nosso anseio por uma pátria melhor: uma nação de liberdade e fraternidade. Sozinhos, livres do Brasil, teríamos feito um belo país.
Para onde vai o macho gaúcho?
Reflexões sobre identidade gaúcha e homossexualidade
O gaúcho e sua condição pampeana, criou para o país uma imagem de um centauro guerreiro defendendo a mais disputada fronteira do país. Um lugar rude e viril, onde as disputas eram levadas a ponta de faca. Enfim, se o Brasil teve o seu faroeste aqui foi um dos palcos.

Mário Corso é psicanalista, membro da APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre). Formado em psicologia pela UFRGS, trabalha com adolescentes e adultos. Em 2002 lançou Monstruário – Inventário de Entidades Imaginárias e de Mitos Brasileiros pela editora Tomo, Menção Honrosa do prêmio Jabuti, numa tentativa de revitalizar figuras esquecidas do folclore nacional. Publicou o livro Fadas no Divã: psicanálise nas histórias infantis, em 2005, e Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre a fantasia, em 2010, ambos pela Ed. Artmed, escritos em parceria com sua esposa Diana Corso. Publica artigos, ensaios e crônicas em diversos meios de comunicação. 




